Eu não sei para onde vou...
eu não sei bem onde estou
Um Sol enorme vai-me derretendo as ideias
Pareço suspenso no momento anterior
Observando por uma fresta esse contraluz intenso
Capaz de tudo fundir
Capaz de tudo moldar
Capaz de tudo juntar
Antes de sufocar lembro-me de ficar preso em Lisboa
Num fim-de-tarde tão quente
Em que respirar parecia uma tarefa impossível
Nem os pombos nem os eléctricos se arriscavam ao movimento
Enquanto a Terra abrandava
e o pessoal jurava que nunca vira nada assim
Ei
Será que o Tejo secou
Será que o mar se afastou
E a cidade ficou branca e oca
vazia como uma concha
Ei
Será que tudo acabou
Será que o tempo parou
E eu sou o último a ver
A vida a desaparecer
Não pode ser...
Não pode ser...
Não te posso ensinar nada...isso do "vá" tem direitos de autor!!!
Adorei este fds aí em Foz Coa (em grande parte no Cohiba), obrigado menina Magda Sofia Santana Veríssimo... :p
Bjinhu bom...