Amo a vida ferozmente, tão desesperadamente, que não me pode advir daí algum bem: refiro-me aos dados físicos da vida, ao sol, à natureza, à juventude: é um vício mais tremendo que o da cocaína, pois não me custa nada e existe com uma abundância desmedida, sem limites: e eu devoro, devoro...Como irá acabar, não faço ideia..."
letras; Pier Pasolini //
fotografia; nova edição da minha galeria Mak Tub
Como o bater das asas de uma Farasha (borboleta) espalhas arte e magia. Vives num mundo muito bonito, com o qual eu me identifico gravemente.
Até breve Ni-Farasha فراشة
Kamar